segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Como é que é mesmo?

De tudo um pouco, um pouco de tudo. Pitada disso e daquilo. Daquilo outro também. Nem de direita nem de esquerda. Se bem que meio tortinho pra esquerda. Mas nem atrapalha. Muito pelo contrário. Mas pouco pelo. Anarquista, mas bem comportado. Nem sempre. Judaismo, graças a Deus.
Como você se chama? Acredita que o seu nome é normal ou estranho? Gostaria de ter um outro nome? À primeira pergunta estamos sempre respondendo. À segunda, acho que não, já que a maioria tem nomes que poderíamos chamar de “normais”, mas à terceira, quando os nomes são diferentes, certamente cabem algumas respostas e talvez elas sejam sim, que a pessoa gostaria de trocar de nome.
O Brasil, em um certo aspecto, é um pais de nomes esquisitos, diferentes mesmo. E se falamos isso do país deve-se ao fato de não termos parâmetros para os nomes em outras línguas e se eles são comuns ou diferentes. Aqui, por exemplo, temos João, Manoel, Antônio, Pedro e muitos outros nomes que são comuns. Não se pode dizer o mesmo, citando alguns outros exemplos, de Valdisnei – que é a junção de Walt Disney, o norte-americano que criou o Pato Donald.

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